Garganta ressecada, pele áspera e boca craquelada são comuns no cotidiano dos moradores do DF durante o período da seca e baixa umidade
Garganta seca, pele áspera e boca craquelada são comuns no cotidiano dos moradores do DF durante o período da seca e baixa umidade.
E com a última chuva no DF tendo sido registrada em 24 de junho, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), é preciso ficar atento para evitar a desidratação.
🔎 De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a umidade ideal é em torno de 60%, acima ou abaixo desse percentual, pode haver riscos à saúde.
Alguns dos efeitos que a baixa umidade traz para o organismo, segundo o professor da Faculdade de Medicina da UnB, Ricardo Luiz de Melo Martins, são:
- Nariz não consegue condicionar o ar inspirado adequadamente, sendo a função transferida para a mucosa brônquica
- Aumento da perda de água pela via respiratória
- Ressecamento da via aérea respiratória
- Formação de crostas no trato respiratório
- Mal-estar
- Fraqueza
- Desânimo
- Dor de cabeça
- Conjuntivite
- Sangramento nasal
- Alergia e infecções, especialmente na pele e no sistema respiratório
- Instabilidade da pressão arterial
“A baixa umidade acarreta a concentração de névoa seca e deixa o ar que respiramos concentrado de poeiras em suspensão, fumaça dos automóveis e partículas oriundas das queimadas que ocorrem quando a umidade está muito baixa”, afirma o professor Ricardo Luiz de Melo Martins.
Como se cuidar?
Com base nas entrevistas com o médico Ricardo Luiz de Melo Martins e o pneumologista Guilherme Carvalho, o g1criou um guia de cuidados com a saúde para adultos durante o período da seca.
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Fonte: G1






