Rajadas de vento chegaram a mais de 250 km/h no Paraná, que foi o estado mais atingido; seis pessoas morreram e mais de 700 ficaram feridas em Rio Bonito do Iguaçu
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De acordo com a Climatempo, o vento perde muita força em relação ao sábado (8) e sai do litoral de São Paulo em direção ao mar. Segundo a previsão, não há mais risco de temporal e nem de ventania nos estados atingidos.
A frente fria avançou sobre o Sul e o Centro-Oeste espalhando nuvens carregadas sobre estas regiões, que provocaram nova onda de temporais.
Ciclone causou estragos no fim de semana
A frente fria e o ciclone se formaram durante a última sexta-feira (7). O estado mais atingido pela passagem da frente fria foi o Paraná. Na cidade de Rio Bonito do Iguaçu, seis pessoas morreram e mais de 700 ficaram feridas após o ciclone se transformar em um tornado.
O governo do Paraná classificou o tornado como um fenômeno meteorológico de nível F3 — o terceiro numa escala que mede de zero a cinco a intensidade desse tipo de evento climático.
Em Santa Catarina, a Defesa Civil também confirmou a ocorrência de três tornados em cidades do Oeste. Houve danos em residências, quedas de árvores e destelhamentos na região. Pelo menos 32 pessoas estão desalojadas e duas ficaram feridas.
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Em São Paulo, segundo a Defesa Civil estadual, a maior rajada de vento registrada alcançou 109 km/h e 18 pessoas ficaram desalojadas por conta do fenômeno climático. O ciclone provocou um desabamento parcial de uma casa (por infiltração no solo) na capital paulista.
A Enel chegou a emitir um alerta de chuvas intensas e mobilizou a ativação de um plano de contingência para o enfrentamento aos danos causados pelos temporais. Não houve registro de feridos no estado.
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Já no Rio de Janeiro, a Avenida Niemeyer e a Ciclovia Tim Maia, na zona Sul da capital, chegaram a ser interditadas devido aos fortes ventos registrados na estação do Vidigal, com rajadas chegando aos 74,8 km/h neste sábado (8).
A ventania provocou ainda a queda de parte do muro do metrô entre as estações de Coelho Neto e Colégio, na zona norte do Rio.
Fonte: CNN






